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Série

Código nunca foi commodity

Série sobre engenharia e gestão na era da IA: SOLID, testes, DDD, produto e por que código nunca foi commodity.

8 episódios no blog · 1 h 15 min de leitura · último em

Começar pelo episódio 1

  1. Episódio 1: Código Nunca Foi Commodity (e a IA Não Muda Isso)

    A IA barateou a digitação, não o julgamento: por que código é passivo, a complexidade está no domínio e cortar engenharia em nome da IA sai caro.

    8 min de leitura

  2. Episódio 2: Tem Gestor Que Aprendeu Uma Função Só: Cobrar a Data

    O output do gestor é o output do time: por que cobrar prazo, microgerenciar e adiar decisão reduzem a entrega, e o que um líder faz no lugar disso.

    9 min de leitura

  3. Episódio 3: Produto não é uma esteira de datas

    Produto é outcome, não output: como a fábrica de features cumpre o prazo, acumula dívida técnica e perde velocidade, e que pergunta fazer no lugar da data.

    9 min de leitura

  4. Episódio 4: Você disse que sabe SOLID. Seu código diz que não.

    Fundamento se prova no diff, não na entrevista: como SOLID, nomes e complexidade decidem o custo da mudança, e por que a IA acelera a bola de lama.

    9 min de leitura

  5. Episódio 5: Testes não são burocracia. São a sua apólice.

    Teste é apólice, não custo: resistência à refatoração, cobertura como métrica de vaidade e o teste como oráculo independente do código gerado por IA.

    11 min de leitura

  6. Episódio 6: DDD não é coisa de dev (e a IA tornou isso urgente)

    Linguagem ubíqua, bounded context e core domain são decisões de negócio, e com IA o modelo de domínio decide se ela gera a coisa certa ou lixo plausível.

    11 min de leitura

  7. Episódio 7: O Ágil já estava morto quando a IA chegou

    O ágil virou culto à carga anos antes da IA: o que a pesquisa mostra que de fato prevê performance de entrega e por que capability não se compra.

    10 min de leitura

  8. Episódio 8: A ferramenta não tem culpa. E agora, pra onde olhar

    A IA é amplificador, não ré: por que automatizar o repetitivo e não o julgamento, e onde investir para a ferramenta render. O fecho da série.

    8 min de leitura